Clássico | Diva (José de Alencar)

Depois de tantos anos sem ler uma obra típica do Romantismo brasileiro, a experiência de leitura de Diva (1864) deve me valer, ao menos, um singelo comentário neste espaço. Que interessante foi, depois de tanto tempo, deparar-me como leitora com a prosa de José de Alencar (1829-1877) que, muito longe de banalizar as relações amorosas, antes idealiza em níveis estratosféricos o amor em si. A jovem … Continuar lendo Clássico | Diva (José de Alencar)

Distopias | Fahrenheit 451

Foi há coisa de uns três meses, com o lançamento da revista de livros Quatro cinco um (comentada aqui), que eu me lembrei de que tinha na estante o livro que inspirou o título da revista – ainda não lido. Resolvi ler o livro antes de me dedicar ao primeiro número da revista e a leitura do clássico escrito por Ray Bradbury me deixou tão … Continuar lendo Distopias | Fahrenheit 451

Irmãos Encrenca | O caso do sabotador de Angra

História originalmente publicada em 1981, este livro, apesar de sempre figurar entre as aventuras dos Irmãos Encrenca, curiosamente, não conta com a participação de Marco, Eloís e Isabel. Na verdade, o único vínculo que essa história apresenta com o arco restante das aventuras dos irmãos é a presença do Inspetor Nicolau, personagem que também participa de histórias do trio. Entretanto, como não li todos os … Continuar lendo Irmãos Encrenca | O caso do sabotador de Angra

Leitura | Quem matou Roland Barthes?

Preciso, ainda que brevemente, fazer um registro da leitura desse excelente livro. Confesso até que me senti constrangida durante sua leitura. Primeiro, porque, mesmo tendo lido algumas sinopses sobre ele previamente, eu o subestimei. Segundo, porque se trata de um livro que vai muito além de uma mera trama policial. O que me chamou a atenção foi o insight do jovem autor francês Laurent Binet … Continuar lendo Leitura | Quem matou Roland Barthes?

Breves comentários – Agatha Christie: O mistério de Sittaford

Esse livro chamou minha atenção desde que li a sinopse e soube que, desta vez, a Dama do Crime usaria de “expedientes esotéricos” em seu enredo. O que a tradução chamou de “mesa girante”, mas que também encontra equivalentes na “brincadeira do copo” e na “tábua dos espíritos”, por exemplo, foi o ponto de partida para o assassinato a partir do qual se desenvolve toda … Continuar lendo Breves comentários – Agatha Christie: O mistério de Sittaford