Leitura da madrugada

Lendo no meio da noite, chama-me a atenção a beleza do fragmento abaixo:

“Sinto sede de conhecer tudo inteiramente, o completo desejo de aumentar meu saber ou ainda a satisfação de todo o progresso adquirido. Houve um tempo em que acreditei que tudo isso poderia constituir a honra da humanidade e desprezava o povo, que tudo ignora. Foi Rousseau quem me fez pôr os pés no chão. Essa ilusão de superioridade desapareceu, aprendi a honrar os homens.” (Victor Goldschmidt. In: O Homem Desenraizado, de Tzvetan Todorov)

Nem tudo está perdido.

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