Fênix

Deve haver um pouco de fênix em cada um de nós. Não da habilidade literal de se consumir em cinzas e de se regenerar, iniciando um novo ciclo de vida a cada ano, mas da capacidade de se reinventar sempre que necessário. De entender cada dia como um novo ciclo, com a capacidade de acertar, errar e corrigir o que houve de errado no dia anterior.

A fênix é um pássaro conhecido como símbolo da imortalidade, portanto, da eternidade, e há referências a respeito dessa criatura nas mitologias de praticamente todas as partes do planeta. Talvez isso signifique que, ao redor do mundo, o homem esteja sempre buscando maneiras de se reconstituir a cada dia. A cada queda. A cada episódio vivido.

Houve histórias de homens poderosos do passado que tentaram capturar o pássaro-do-sol, na esperança de comer um pouco de sua carne e, assim, viver para sempre. Tola ideia de tornar-se imortal pelo sacrifício de outro, e não por aquilo que poderia ser feito e deixado como herança permanente de sua existência. Da criação que pudesse sobreviver ao seu criador. Algo que pudesse traduzir a metáfora do pássaro mitológico.

Deve haver um pouco da fênix em cada um de nós. Da capacidade de se reinventar…

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