Flip 2008

Eu queria muito, mas muito mesmo, ter acompanhado de pertinho a Flip deste ano. Minha maior tristeza sobre esse assunto foi não ter podido conhecer nem assistir à mesa-redonda com um dos meus escritores prediletos: Neil Gaiman.

Foi nos anos 90, por intermédio dos amigos de minha irmã do meio, que conheci Gaiman e peguei volumes de Sandman para ler. Era muito engraçado, porque minha irmã tinha mania de “censurar” para mim os quadrinhos da linha Vertigo. Hellblazer, por exemplo, ela nunca me deixava ler. Achava que seria “forte demais” para a minha idade. Depois, ela mesma não agüentava e me contava todos os enredos nos mínimos detalhes.
Voltando ao Neil Gaiman, os anos se passaram e acabei me aproximando muito mais de sua produção literária. E não posso negar, de modo algum, que gostei muito de tudo o que consegui ler até agora: Stardust, Deuses Americanos, Coraline e Os Caçadores de Sonhos. Depois das aulas que tive na pós, vejo claramente um quê de pós-moderno nos enredos, nos assuntos escolhidos e me agrada muito, mas muito mesmo, a maneira com a qual ele transita pelo universo do fantástico. Um habilidoso como poucos – em minha humilde opinião.
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