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Erika em bate-papo de Marcia Tiburi com os alunos do curso de Prosa do curso da prefeitura de SBC. Detalhe, não faço parte do clube, cheguei de bicão hoje e pedi para assistir à palestra, pois gosto muito do trabalho da Marcia, etc., etc. Pois bem, deixaram.

Marcia - Havia uma revista chamada Entrelivros…

Erika - Nossa, eu gostava dessa revista!

Marcia - É, só que eles acabaram com um livro meu.

-_-

Eu sou a única pessoa que recebe uma fatura de cartão de crédito com defeito no código de barras, liga pra operadora de cartões, pede outro, faz o pagamento do valor total dois dias antes do vencimento, e ainda recebe uma COBRANÇA da operadora!

Tudo porque o bando de incompetentes da empresa de cartões me passou um código de barras relativo ao meu OUTRO cartão de crédito, ou seja, fiz dois pagamentos para um cartão e nenhum para o outro no mesmo mês! Santa burrice, Batman!!! Ou melhor: “Ah, tá, eu sou o Bozo!”

Aaaaaaahhhhhhh! Estou enlouquecida com a nova coleção de clássicos do cinema da Folha de S.Paulo. Quero todos os filmes, quero tudo! Alguém me dá? Heim, heim?

Não poderei comprar a coleção toda, já me conformei com esse fato. Cada filme vai custar R$ 14,90, mas desenbolsar essa quantia toda semana não dá, principalmente quando já fiz a reserva e adiantei 50% da hospedagem da minha viagem de férias…

Só para outros fãs de cinema (e sem dinheiro, é claro!) ficarem com ”água na boca” como eu, essa coleção traz um livro com informações técnicas e curiosidades sobre cada filme (são 20 produções ao todo). A começar por … E o Vento Levou, que já será vendido no próximo domingo, dia 22. Esse eu já reservei na banca do lado de casa, mas tô aqui pensando com o Tico e o Teco sobre quais títulos vou adquirir e quais vou “pular”…

Tenho curiosidade de assistir a todos os filmes, já que meu conhecimento sobre cinema não passa do básico. Ou melhor, não me esculhambem, olhando a relação dos títulos, percebo que nela consta o magnífico Gata em Teto de Zinco Quente, ao qual já assisti e que é um dos meus prediletos (esse vou comprar, não quero nem saber!). A seguir, a lista dos 20 filmes:

• … E o Vento Levou
• Casablanca
• Cantando na Chuva
• Gata em Teto de Zinco Quente
• Pacto Sinistro
• Dr. Jivago
• Grande Hotel
• O Falcão Maltês
• Uma Noite na Ópera
• Os Doze Condenados
• Rastros de Ódio
• Uma Aventura na Martinica
• Gigi
• A Volta ao Mundo em 80 Dias
• As Aventuras de Robin Hood
• Onze Homens e um Segredo
• À Meia Luz – Versão
• Sinfonia de Paris
• A Costela de Adão
• Sete Noivas para Sete Irmãos

Como faria Naomi… *cataploft!*

Da série dos diálogos impagáveis!

Minha amiga - A asma é debilitante, embora eu tenha melhorado muito com a ioga. Eu tenho ido às aulas, mesmo com a dor ciática (minha avó diria dor asiática… hehehe!)

Eu - Dor asiática é o máximo, adorei!

Minha amiga – Dor asiática é muito engraçado! Como seria a dor europeia? A dor africana deveria ser cruel, hein? Sei lá, é um continente sofrido.

Eu – Sim, por razões históricas, creio que a dor africana seja terrível… a dor europeia, por sua vez, deve ser “sofisticada”, só dá em gente fresca, ahahahahahaha!

Reproduzo, a seguir, um e-mail hilário que recebi de uma de minhas irmãs. Valem a pena a leitura e as risadas!

“- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, cara. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas, tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm, pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá?
- Sei lá véio!
- Será que meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então, ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, meu. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada.
- Poxa, que maldade, meu!
- Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato.
- Poxa, maldade mesmo.
- Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca, ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei, sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é.
- Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, cara. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Sério, véio? Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa confusão, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de ‘Anjo’. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Que casamento bagunçado, esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes, ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Cara, é mesmo! Tô perdido de qualquer jeito. “

227 é o número. Pelo menos no último exame (início de dezembro), era a taxa do meu colesterol – o limítrofe é 239, tá? Ó do borogodó.

Depois de quase cair da cadeira com a notícia – não sou o tipo de pessoa que se enche de fandangos, coca-cola, e bisteca todo dia, muito pelo contrário –, tô fazendo uma “reeducação” alimentar, veja se pode. Tirei uma porção de coisas do cardápio, como as bolachas recheadas, os refrigerantes, tô evitando as frituras, os chocolates, os sorvetes e tô quase vivendo de luz. Tá, vai, viver de luz não, mas tô mais próxima da possibilidade de começar a fazer fotossíntese, dadas as saladinhas diárias.

Também inseri outras coisas no cardápio. Algumas até por conta própria, como a porção de gelatina à noite, as frutas todo dia (eu nunca me preocupei com a periodicidade) e troquei o pão francês e o sovado pelo integral, o de linhaça, o de soja, o de não-sei-quantos-mil grãos e por aí vai. Meus dias de McDonald’s também foram, definitivamente, reduzidos.

Bem, se fosse só McDonald’s até que não teria tanto problema. Evitar comer ovo, por exemplo, é uma das coisas que judiam de mim. Ó a pobre, aqui, que adora um zóião com arroz e feijão. O médico me pediu pra evitar, principalmente a gema. Eu nem comia tanto assim – uma vez por semana, talvez. Será que era muito?

Acho que a gelatina foi uma boa idéia. É, porque tô sentindo que comecei a perder peso e a probabilidade de as coisas começarem a cair é cruel. Assim, um pouco de colágeno pode me ajudar, principalmente com o “tchauzinho” maldito, que começa a aparecer próximo dos 30 e vai deixando a gente parecendo o Horácio do Maurício de Sousa (sabe, bracinho curto, atrofiado, pra ninguém perceber?). Ui…

Suspeita de enxaqueca. Caos total! Nem o tapa-olho fofinho que comprei na Puket tem ajudado. No hospital, o médico foi um exemplo de grosseria. Eu sou a única pessoa que passa mal e ainda ouve desaforos do médico. Agora, o jeito vai ser passar no neurologista. Será que ele vai descobrir que alguns parafusos se perderam no meio do caminho?

***

Última busca no guarda-roupa revelou o desaparecimento de um vestido verde, uma blusa preta e outra azul. Que diabos está acontecendo com as minhas roupas?

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Marta é a melhor do mundo no futebol feminino. Um orgulho. Entre os homens, premiaram um metrossexual disfarçado de jogador de futebol.

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Não recebi minha edição de janeiro da Aventuras na História. Isso acontece de tempos em tempos com essa publicação e sempre neste mesmo mês.

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Mais Agatha Christie: minha tia me mandou mais três livros da Rainha do Crime. Agora, entraram para a fila da “próxima leitura” O Assassinato no Campo de Golfe, Depois do Funeral e A Aventura do Pudim de Natal.

Quero uma dessas! Alguém me dá???

Vai pra lista!

Vai pra lista!

A bendita!

A bendita!

O chaveiro, a Pucca e o Corinthians

 Semana trash. Parece que um caminhão passou por cima de mim e ainda deu ré, pra ter certeza de que não sobraria nada. De manhã, exames. Ao tirar sangue, a atendente, grávida e extremamente mau humorada, fez um estrago no meu braço. Tá parecendo que faço parte da turma do Kurt Cobain. Isso porque o laboratório é ótimo, adoro fazer os exames lá – se é que é possível gostar de fazer exames. 

Hoje Ontem, voltando do trabalho, uma história ridícula.

Passando por uma calçada do bairro da Santa Cruz papeando com uma amiga, vejo um monte de chaveirinhos legais pendurados na entrada de uma loja. Bato os olhos em um chaveiro que é uma pequena havaiana com a sola estampada com a Pucca. Digo: “nossa, Pati, a minha colega lá do jornal adoraria esse chaveiro! Acho que vou comprar, fica sendo um mimo de Natal”. Beleza. Entro na loja com ela, pegamos o chaveiro, entregamos para a proprietária, que se atrapalha, dizendo que não tem um saquinho pequeno para embalagem. Digo que pode colocar em qualquer saquinho, se for o caso, depois eu troco. Como uma criança de 3 anos, ela tenta fazer o embrulho em um saquinho de cores de menina e ainda põe um adesivinho. Porém, o resultado é desastroso. Sorrio gentilmente, agradecendo o esforço – e que esforço! – da parte dela, guardo o pacote na minha bolsa gigantesca, pago e saio apressada.

Tudo a ver...

Tsc, tsc, tudo a ver...

Chego em casa, encontro a turma pronta para ir a casa de um amigo aniversariante, levar presente e comer até cansar. No elevador, comento com a minha irmã: “comprei um chaveiro da Pucca que é uma fofura pra dar de presente a minha colega lá do jornal, quer ver?”. Eis que saco o pacote (de aparência estranhíssima) e, ao bater os olhos, vejo que o adesivinho diz “parabéns”, sendo que comentei que era presente de Natal. Minha irmã olha desconfiada e faço de conta que não percebo. Arranco o adesivo e tiro a pequena havaiana, para perceber, com uma dose-monstro de raiva, que a trouxa da mulher da loja trocou o chaveiro da Pucca por um… do Corinthians!!!!

Minha irmã não agüenta e cai na gargalhada. Chora de rir, olhando da havaiana pra minha cara, da minha cara pra havaiana. Detalhe: minha colega de trabalho é são-paulina doente. E se dou o pacote estranho direto sem espiar antes? A havaiana voltaria voando na minha cabeça, é claro.

Passado o choque (e depois de a minha irmã contar a minha micagem pra todo mundo), chegamos em bando na casa do meu amigo. Damos os presentes, tudo legal, uma maravilha. De repente, a luz acaba em várias ruas do bairro. Comemos bolo no escuro. E, no fim, o chaveiro ficou com o meu cunhado corintiano…