“Ah, tá, eu sou o Bozo!”

Eu sou a única pessoa que recebe uma fatura de cartão de crédito com defeito no código de barras, liga pra operadora de cartões, pede outro, faz o pagamento do valor total dois dias antes do vencimento, e ainda recebe uma COBRANÇA da operadora!

Tudo porque o bando de incompetentes da empresa de cartões me passou um código de barras relativo ao meu OUTRO cartão de crédito, ou seja, fiz dois pagamentos para um cartão e nenhum para o outro no mesmo mês! Santa burrice, Batman!!! Ou melhor: “Ah, tá, eu sou o Bozo!”

Publicado em: on Outubro 29, 2009 at 8:31 pm Deixe um comentário

O Brasil olímpico

Gente, não aguento mais ouvir comentários fora da realidade pelo fato de, agora, o Rio ser uma futura sede olímpica. Quem dizia que o ufanismo era coisa de ditadura está completamente enganado, porque temos um dos presidentes mais bem-vistos do planeta e o clima de “Brasil, ame-o ou deixe-o” parece reinar por aqui.

Que fique claro que não sou contra as Olimpíadas no Brasil. Aliás, muito pelo contrário, gosto muito de esportes e quem me conhece sabe que eu vibro tanto com as Olimpíadas quanto com a Copa do Mundo. Mas confesso que o fato de sediarmos essas duas megacompetições é algo que me deixa ainda mais aflita – haja superfaturamento e mau uso do dinheiro público!

Artigo de hoje do Helio Scharwtsman no site da Folha de S.Paulo sobre esse assunto é simplesmente emblemático. Um texto pra fazer brasileiro botar o pé no chão e acordar, sabe? Pra mim, foi uma renovação de fôlego. Isso porque não aguento mais ser massacrada pela minha família e por vários amigos e conhecidos que estão profundamente emocionados pela “nossa conquista”. Eu também estou, mas é por outro motivo…

Post no blog do Daniel Piza também sobre esse assunto (dia 7/10) é outra prova de que, apesar de minoria, ainda existem ótimas cabeças pensantes que não se deixaram levar por essa onda ufanista que nos consome atualmente. Graças a Deus, ainda nos sobra alguma consciência!

E, se você quer saber porque me incomoda o fato de sediarmos uma Copa ou uma Olimpíada – no nosso caso, as duas coisas – acesse os links deste post e leia os textos do Piza e do Schwartsman. Eles dizem tudo.

Pra finalizar, uma citação do fabuloso Stuart Hall, do livro Da Diáspora, que vim lendo no ônibus, no caminho para o trabalho, e que parece ter bastante a ver com o nosso atual momento social:

“Entretanto, para pensar ou analisar a complexidade do real, é necessária a prática do pensar e isso requer o uso do poder de abstração e análise, a formação de conceitos com os quais se pode recortar a complexidade do real, com o propósito de revelar e trazer à luz as relações e estruturas que não podem se fazer visíveis ao olhar nu e ingênuo, e que também não podem se apresentar nem autenticar a si mesmas.” (HALL, Stuart. Da Diáspora – Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte: UFMG, 2003. Pág. 150)  

Publicado em: on Outubro 8, 2009 at 5:11 pm Comentários (1)

Visita à casa de uma grande amiga do mundo esotérico. Muita conversa, com direito à consulta de tarô e de runas. Odim queria muito falar comigo.

Agora, chuva.

Boa noite.

Publicado em: on Outubro 7, 2009 at 2:16 am Deixe um comentário

Uma dose de Mafalda

Publicado em: on Setembro 29, 2009 at 9:00 pm Deixe um comentário

Goya e Jorge de Sena

Eu considero o quadro acima, 3 de Maio de 1808 em Madri, de Goya, um dos mais impressionantes que já vi. O jogo de cores, básico, mas totalmente funcional, o lampião no centro, iluminando a cena, enfim, tudo muito bem distribuído. Depois da aula da última semana, na qual meu professor me apresentou o belíssimo texto do português Jorge de Sena, passei a gostar ainda mais da obra de Goya.

Inspirado no quadro, mas fazendo claramente referências aos conflitos em curso na época de sua escrita, Sena produziu Carta a meus Filhos sobre os Fuzilamentos de Goya. O texto é atualíssimo, sensível, e um verdadeiro testamento para as novas gerações.

Li um texto no qual repercutiam os efeitos da recepção desse quadro, que, na verdade, foi pintado em 1814, seis anos após os eventos históricos da invasão napoleônica na Espanha, retratados por Goya. Quando questionado sobre o porquê de ter pintado uma tela como essa, o artista teria respondido: “Para ter o gosto de dizer eternamente aos homens que não sejam bárbaros”. Abaixo, o texto de Jorge de Sena. É grande, mas a leitura vale muito a pena.

Carta aos meus Filhos sobre os Fuzilamentos de Goya

Não sei, meus filhos, que mundo será o vosso.
É possível, porque tudo é possível, que ele seja
aquele que eu desejo para vós. Um simples mundo,
onde tudo tenha apenas a dificuldade que advém
de nada haver que não seja simples e natural.

Um mundo em que tudo seja permitido,
conforme o vosso gosto, o vosso anseio, o vosso prazer,
o vosso respeito pelos outros, o respeito dos outros por vós.
E é possível que não seja isto, nem sequer isto
o que vos interesse para viver. Tudo é possível,
ainda quando lutemos, como devemos lutar,
por quanto nos pareça a liberdade e a justiça,
ou mais que qualquer delas uma fiel
dedicação à honra de estar vivo.

Um dia sabereis que mais que a humanidade
não tem conta o número dos que pensaram assim,
amaram o seu semelhante no que ele tinha de único,
de insólito, de livre, de diferente,
e foram sacrificados, torturados, espancados,
e entregues hipocritamente à secular justiça,
para que os liquidasse com suma piedade e sem efusão de sangue.

Por serem fiéis a um deus, a um pensamento,
a uma pátria, uma esperança, ou muito apenas
à fome irrespondível que lhes roía as entranhas,
foram estripados, esfolados, queimados, gaseados,
e os seus corpos amontoados tão anonimamente quanto haviam vivido,
ou suas cinzas dispersas para que delas não restasse memória.
Às vezes, por serem de uma raça, outras
por serem de uma classe, expiaram todos
os erros que não tinham cometido ou não tinham consciência
de haver cometido. Mas também aconteceu
e acontece que não foram mortos.

Houve sempre infinitas maneiras de prevalecer
aniquilando mansamente, delicadamente
por ínvios caminhos quais se diz que são ínvios os de Deus.
Estes fuzilamentos, este heroísmo, este horror,
foi uma coisa, entre mil, acontecida em Espanha
há mais de um século e que por violenta e injusta
ofendeu o coração de um pintor chamado Goya,
que tinha um coração muito grande, cheio de fúria
e de amor. Mas isto nada é, meus filhos.

Apenas um episódio, um episódio breve,
nesta cadeia de que sois um elo (ou não sereis)
de ferro e de suor e sangue e algum sémen
a caminho do mundo que vos sonho.
Acreditai que nenhum mundo, que nada nem ninguém
vale mais que uma vida ou a alegria de tê-la.

É isto o que mais importa – essa alegria.
Acreditai que a dignidade em que hão-de falar-vos tanto
não é senão essa alegria que vem
de estar-se vivo e sabendo que nenhuma vez
alguém está menos vivo ou sofre ou morre
para que um só de vós resista um pouco mais
à morte que é de todos e virá.

Que tudo isto sabereis serenamente,
sem culpas a ninguém, sem terror, sem ambição,
e sobretudo sem desapego ou indiferença,
ardentemente espero. Tanto sangue,
tanta dor, tanta angústia, um dia
– mesmo que o tédio de um mundo feliz vos persiga –
não hão-de ser em vão. Confesso que,
muitas vezes, pensando no horror de tantos séculos
de opressão e crueldade, hesito por momentos
e uma amargura me submerge inconsolável.

Serão ou não em vão? Mas, mesmo que o não sejam,
quem ressuscita esses milhões, quem restitui
não só a vida, mas tudo o que lhes foi tirado?
Nenhum Juízo Final, meus filhos, pode dar-lhes
aquele instante que não viveram, aquele objecto
que não fruíram, aquele gesto
de amor, que fariam «amanhã».

E, por isso, o mesmo mundo que criemos
nos cumpre tê-lo com cuidado, como coisa
que não é só nossa, que nos é cedida
para a guardarmos respeitosamente
em memória do sangue que nos corre nas veias,
da nossa carne que foi outra, do amor que
outros não amaram porque lho roubaram.

 (Em Líricas Portuguesas, I volume, 1984)

Publicado em: on Setembro 27, 2009 at 7:41 pm Deixe um comentário

Metamorfose ambulante

“… do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.”
(Raul Seixas)

Eu sempre penso nessa música do Raul quando me deparo com questões tão polêmicas, que me fazem perceber que não tenho ainda opinião formada sobre diversos assuntos. Não sei se isso é um erro ou um acerto, mas, mais do que isso, acho que, nesses casos, a consciência e a lucidez sempre devem falar mais alto.

Um artigo que li na Folha de S.Paulo no fim da semana passada sobre as cotas nas universidades acendeu novamente a “luz da metamorfose ambulante” na minha cabeça. Foi então que percebi que ainda não sei exatamente o que pensar sobre esse assunto. Apenas sei que vejo prós e contras.

O texto em questão (esqueci o autor, mas, como o imprimi para reler mais tarde e meditar sobre o assunto, logo colocarei aqui os devidos créditos) tratava do preconceito de uma elite intelectual branca situada no eixo São Paulo–Rio de Janeiro a respeito das cotas raciais nas universidades, em âmbito que inclui não apenas a graduação, mas também a especialização, o mestrado, o doutorado, a livre docência e a pesquisa acadêmica. Dados do artigo – o qual achei muito interessante, por sinal – davam conta da ínfima parcela de afrodescendentes (olha o politicamente correto aí) nos corpos docentes das principais universidades do País e da necessidade de mudança de mentalidade no que se refere ao preconceito em relação às cotas raciais – isso, se entendi o texto e o subtexto corretamente. Mas, como mencionei antes, o artigo vale uma segunda e até uma terceira leitura para absorção total das informações disponibilizadas.

É algo para pensar, sem dúvida. Embora eu concorde que o excesso de obstáculos sociais no Brasil atrapalhe e, em grande parte dos casos, impeça de fato o acesso de potenciais talentos acadêmicos negros em nossas grandes instituições, também penso que não quero simplesmente associar a capacidade intelectual de alguém à cor de sua pele. Isso pode parecer simplista em um primeiro momento, mas, ao pensar em como eu me sentiria, se fosse negra, ingressando em uma universidade beneficiada pelo sistema de cotas, e não pelas vias utilizadas por todos os outros candidatos, cheguei à conclusão de que me sentiria incomodada com isso. É evidente que preciso ler mais e entender melhor o funcionamento desse sistema para o acesso ao ensino superior e que também o simples ingresso no meio acadêmico não garante a conclusão dos cursos, mas, pessoalmente, creio ser inegável que o próprio sistema de cotas, por si só, já me pareça algo um tanto racista. Para mim, a princípio, ele significa que não existem brancos pobres e com dificuldades sociais capazes de afastá-los de uma carreira acadêmica, apenas negros. Em si, isso já seria um desmerecimento?

O mesmo texto incitou Tico e Teco a pensarem sobre uma outra questão também da maior importância, mas isso fica para o próximo post.

Publicado em: on Setembro 24, 2009 at 3:02 pm Deixe um comentário

O Reino Proibido

Assisti, no último fim de semana, ao encontro de Jackie Chan e Jet Li nas telas: O Reino Proibido. Confesso que, desde que a Karina me falou desse filme, eu havia ficado bem curiosa, porque gosto de ambos (mais do Chan, na verdade) e também porque gosto de filmes de ação e luta.

Primeiro, vale ressaltar o valor estético do filme. A la Zhang Yimou e Ang Lee, com chineses voando, roupas coloridas e esvoaçantes, O Reino Proibido emprega a mesma fórmula, que agrada aos olhos, mas, além disso, não acrescenta muita coisa, infelizmente.

Acho que a equipe técnica ficou tão preocupada em não ofender os egos envolvidos, que esqueceu de caprichar mais no enredo.  Se Jet Li interpreta o Rei Macaco, Jackie Chan não pode ficar atrás e encarna um monge imortal. Aliás, o combate de Chan e Li é, logicamente, um dos pontos mais altos do filme. Mas essa questão de ego é de fato engraçada, pois até o “J” que forma o nome de ambos é compartilhado nos créditos, de forma que os nomes dos dois astros aparecem juntos na tela e nos pôsteres.

Em linhas gerais, a trama é batida. Há um vilão que deseja a vida eterna (buscada em peregrinação pelo Rei Macaco já na famosa lenda chinesa) e, para fazer o gancho com os dias atuais, um rapazinho americano no estilo das produções americanas dos anos 80/90 (Goonies, Os Garotos Perdidos, etc.) apaixonado por kung fu, vidrado em filmes do gênero e saco de pancadas da gangue do bairro. Quando o menino viaja no tempo e vai parar na China antiga, há o encontro dos personagens, que precisam devolver o bastão perdido do Rei Macaco para restabelecer o equilíbrio de forças no reino, dominado pelo déspota Guerreiro de Jade, o cara que quer viver eternamente.

Há a mocinha para completar o grupo e, uma vez reunido todo o grupo, a coisa fica batida, infelizmente. Mas o filme é legal, despretensioso e divertido – com Jackie Chan, não poderia ser diferente. Uma coisa boa é que O Reino Proibido traz à tona (mesmo que de forma torta, mas fazer o quê?) um pouco da história da China lendária por meio do Rei Macaco, que inspirou, inclusive, o livro Jornada ao Oeste, já publicado no Brasil. Vale a pesquisa sobre o assunto.

Serviço
O Reino Proibido
Gênero: Aventura
Duração: 1h53
Lançamento: 2008
Direção: Rob Minkoff

Para saber mais sobre a lenda do Rei Macaco, clique aqui.

Para ler sobre Jornada ao Oeste, clique aqui.

Publicado em: on Setembro 22, 2009 at 9:47 pm Deixe um comentário

“O Francês no Brasil em Todos os Sentidos”

Aproveitei o fim de semana prolongado do feriado da Independência para visitar a exposição “O Francês no Brasil em Todos os Sentidos”, no primeiro andar do belo Museu da Língua Portuguesa, uma das coisas das quais acho realmente que vale a pena se orgulhar no Brasil. Não tenho notícia de outra nação que tenha feito um museu exclusivamente para homenagear seu idioma, com direito a visitações grátis todos os sábados, como nós.

Grudado à estação Luz do metrô paulista, é fácil chegar ao Museu, se você está na capital ou próximo a ela. Esta foi a segunda vez que visitei o local e a primeira em um dia de visitação gratuita. Não me arrependi.

A concepção da mostra é bem interessante e criativa. Há muitos recursos para tentar mostrar aos visitantes como o idioma francês e mesmo alguns costumes desse país fazem parte do cotidiano brasileiro. Logo na entrada, há luminosos metálicos com palavras francesas já incorporadas à nossa língua em movimento.

Um corredor bem iluminado com frases de expoentes da literatura francesa, suas gravuras e, no lado oposto, intelectuais brasileiros que neles se inspiraram (também no molde de frase + gravura) foi uma outra ideia muito legal que vi por lá. Isso sem contar “a bailarina” - sequência de fotos de passos de balé e explicações didáticas sobre a dança – “as pegadas” com informações sobre o Iluminismo dentro das formas de pés; as frases em 3D que, de frente, aparecem em francês e, de lado, surgem traduzidas em português; “o mural das bocas”, que, de quando em quando, pronuciam palavras em francês, etc., etc.

A curadoria da exposição é franco-brasileira. De acordo com informações so site oficial do Ano da França no Brasil, à frente do lado francês do projeto, estão Henriette Walter, linguista, e Benoit Peeters, teórico, crítico e roteirista. Pelo Brasil, a curadoria é do poeta e doutor em francês Álvaro Faleiros, com consultoria do escritor Milton Hatoum.

Entretanto, não posso deixar de mencionar a exposição permanente do Museu (que sempre vale a pena visitar), no segundo andar (acima), contando as origens do nosso idioma, desde os primórdios, seus parentescos com outras línguas, sua história e evolução no Brasil, com a incorporação de vocábulos provenientes de outras culturas e um pouco da história de nossa literatura.

Mas é, no entanto, o espetáculo do terceiro andar (acima) a parte que mais me emociona. A Praça da Língua é uma parte do Museu para a qual são distribuídos ingressos a turmas de 180 pessoas de cada vez para uma experiência interativa de contato com a língua portuguesa muito, mas muito bem pensada, elaborada, e, digo mais uma vez, emocionante – pelo menos eu, nas duas ocasiões em que dela participei, me emocionei e me senti muito orgulhosa de ser uma falante do idioma português brasileiro.

Resumidamente – não quero acabar com a surpresa de quem ainda não a conhece – a experiência na Praça da Língua começa com um minidocumentário (10 minutos) com narração de Fernanda Montenegro sobre a origem da língua portuguesa. Depois disso, os participantes são convidados a ver a aplicabilidade do nosso belo idioma na música, na prosa e na poesia, com trechos de obras famosas, narradas/cantadas por pessoas famosas e visualmente exibidas com muita criatividade, sensibilidade e uma notável “veia concretista”. Maravilhoso e imperdível.

Serviço
Museu da Língua Portuguesa
– estação da Luz – pça. da Luz, s/ nº, Bom Retiro, região central, São Paulo, SP. Tel. 0/xx/11/3326-0775. Ter. a dom.: 10h às 17h (c/ permanência até as 18h). Ingr.: R$ 4 (grátis p/ menores de dez, maiores de 60 anos e sáb.). “O Francês no Brasil em Todos os Sentidos”: até 11 de outubro. Classificação etária: livre.

Publicado em: on Setembro 11, 2009 at 7:58 pm Deixe um comentário

Forasteira

Eu nunca gostei muito de filmes de faroeste, mas preciso admitir que ando me sentindo uma forasteira. Daquelas que chegam na cidade quando mocinho e bandido já estão trocando tiros e disputando seus domínios na base da intimidação do povo, sabe? Isto é totalmente novo para mim e não deixa de ser engraçado.

Toda semana, quando vou para a USP, eu me sinto uma forasteira. É uma sensação de aventura constante, com ambiente novo, pessoas novas, professor, disciplina, tudo novo. Ainda vou escrever mais sobre isso (sempre penso em escrever mais sobre uma porção de coisas, mas acabo não escrevendo nada).

Sumi daqui nas últimas semanas por dois motivos: minha bursite voltou pra dizer “oi” depois de vários meses de paz e tranquilidade. O outro motivo é que ainda estou administrando o turbilhão de coisas que estão tomando conta do Tico e do Teco ultimamente. Coitadinhos, têm sido tão exigidos…

Espero escrever com mais frequência, agora, que meu braço está melhorando.

Publicado em: on Setembro 9, 2009 at 12:26 pm Comentários (1)

O cotidiano – em doses homeopáticas

Em doses homeopáticas aqui no blog, porque não dá tempo de passar todo dia para escrever. Fora daqui, o ritmo está mais do que alucinante! Vejamos o que tem acontecido nos últimos dias:

* finalmente consegui me desligar do jornal. Agora, faço um esquema de horas bem menor como freela. Afinal, é preciso “pingar” uma graninha para eu sobreviver, né?

* mais rápido do que um foguete. Foi assim que surgiu na minha vida a possibilidade de continuar os estudos fazendo mestrado na USP. Após o convite de um professor meu da Metodista, estou correndo atrás das disciplinas, das provas e de todas as outras burocracias para fazer o curso. Espero que dê certo!

* meu pai já está praticamente recuperado, graças a Deus! Já está se locomovendo de muletas, sem a proteção na perna, e bem mais fortinho.

* por causa da nova rotina, dos horários e das muitas leituras do mestrado, precisei deixar o Ágora, clube de leitura do qual eu fazia parte. E nem postei aqui a respeito das últimas leituras que fiz para o grupo, em maio e em junho, antes de ir para a Flip em julho. Assim que possível, escreverei sobre isso.

Há outras coisas rolando, mas creio que o novo para mim tem sido a adaptação a essa nova vida. Sinto-me livre, leve e solta, ahahahaha! Não bato mais cartão, faço a minha grade de estudos, enfim, tudo isso exige mais disciplina do que se pode imaginar, pois, quanto maior liberdade, maior a responsabilidade também. Volto logo mais!

Publicado em: on Agosto 19, 2009 at 1:05 pm Comentários (2)